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Título: ADJUTORIUM NOSTRUM ...
Data: 01/Novembro/2013 Local: O Diário de Mogi

Na aula de catecismo, no tempo em que se ensinava e se rezava a missa em latim, quando a turma fazia algazarra, o padre sempre dizia suspirando: “Adjutorium Nostro”.

De fato, a nossa ajuda está no nome do Senhor, o nosso último, derradeiro e eficaz refúgio. Mas, abaixo do Senhor, sem a menor sombra de dúvida, o nosso adjutório é a polícia, quer seja civil ou militar, a qual incumbe o dever de impor, manter e restabelecer a ordem pública.

Como todas as instituições e organizações do mundo que são formadas por gente como a gente, a polícia tem, também, seus defeitos. Não obstante as restrições apontáveis o certo é que há milênios ela existe em todas as civilizações e em todos os cantos do mundo e se nunca saiu de moda é porque, obviamente, tem utilidade e dela todos necessitam.

Temos visto com grande apreensão e muita tristeza que o vandalismo se tornou um crime vulgarizado e recorrente. Assim como se formou o hábito de frequentar o culto, ir ao cinema, tomar cafezinho, agora o sujeito liga a televisão para ver o vandalismo do dia, de norte a sul do país.

Atrás dos vândalos com certeza virão os rapazes “saudosos dos outros tempos” para socorrer a população cuja defesa está confiada a polícias com armas de brinquedo: bombas de gás, balas de borracha e spray de pimenta que, ninguém é de ferro, um tempero sempre cai bem.

A televisão informa que tantos vândalos foram presos e tantos soltos. Dá a impressão que soltam até mais do que prendem. Sujeitos andam mascarados pelas ruas quando é ilegal se usar capacete em posto de gasolina! Ninguém se mascara porque acha a própria cara feia. A máscara já é o indício do caminho do crime, do iter criminis.

Policiais são processados e presos quando algum vândalo se sente discriminado ou ofendido. Eles são sensíveis, merecem cuidados. E nós? Como ficamos?

É certo e necessário se requerer a ajuda de Deus, especialmente, quando se é a vítima. Mas, e se Deus perguntar: Filho cadê a polícia? O que responderemos? Que as autoridades civis não têm capacidade? Que esperam que os vândalos se deem por satisfeitos com os estragos já feitos? Que temem que o possível agravamento da situação acarrete a intervenção dos militares?

É imperioso se por um fim à anarquia e isso, se for atingível só será pela força, ou seja, pela ação repressiva eficaz e urgente da polícia. Sim, o nosso auxilio está em Deus que nos deu tanta sabedoria e inteligência que criamos e mantemos a polícia.

Precisamos do auxilio da polícia, afinal temos o dever de defender a nossa vida e o nosso modo de vida. Senhor governador, precisamos da polícia de verdade.

Ordem ainda que tardia.

 Israel Batista, do escritório Epaminondas Nogueira Advogados

 

É permitida a reprodução parcial dos textos, condicionada a menção da fonte, onde deve obrigatoriamente, constar o seguinte: Fonte: Epaminondas Nogueira Sociedade de Advogados, desde 1965.

 

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